Ribeiro do Passinho
Acredito que o velejador principalmente o solitário é, por excelência, um desbravador. Talvez devido ao deslumbramento pelo que era desconhecido (quando se está em terra), como também devido à influência de fotos, relatos de navegadores e, em especial, de velejadores pois devido ao deslocamento lento da embarcação o observador consegue captar mais detalhes.
Até meus 64 anos, não fui atraido pela náutica, apesar de ser filho de Rio Grande, RS. Agora, como velejador com uma parca experiência de 1800 horas e quase três anos na arte, tenho ânsia de conhecer e pisar terras até então inacessíveis para mim. Dá até pra se ter a sensação do que sentiram Colombo e Cabral!
Não vamos dizer que as praias, ilhas, canais e outros acidentes geográficos riograndinos sejam os mais belos. Já me manifestei assim antes e fui criticado, pois outros portos da Lagoa dos Patos são muito mais bonitos. Não tenho como comparar por não conhecer além de São Lourenço do Sul e Jaguarão. Entretanto, temos aqui muitas alternativas para lindos passeios. Há ainda um fator limitador dessas alternativas, que é a baixa profundidade de muitas localidades e praias. Assim sendo, há que se entender que os barcos de maior calado têm mais restrições de se aproximarem de praias interessantes. Como o Macanudo é um Micro Racer 19, com leme e bolina retrátil, costumo navegar até em sangas!
É o caso do pequeno arroio, na foto em baixo: apesar da maré estar muito baixa, pude fundear a uns 300 metros da costa. Pelo reflexo do céu, nota-se que não há corrente de água, devido ao assoreamento e à falta de chuva.
Sol intenso a pino
A localidade do Passinho, está localizada ao Sul da Capivaras.
O arroinho tem como coordenadas:
S-31°53'33,9" W-052°02'49,1"
Está daqui de Rio Grande, próximo a três horas de viajem.
Aos olhos de muitos, pode parecer um lugar comum e/ou inexpressivo. Há que se ter em conta que temos companheiros e leitores conhecedores de lugares fantásticos, no Estado, no País e no Mundo. Também há que se entender que sou um senhor na senilidade, simplório e como criança, fica embevecido diante do lugar, ato ou objeto por mais singelo que seja.
Até meus 64 anos, não fui atraido pela náutica, apesar de ser filho de Rio Grande, RS. Agora, como velejador com uma parca experiência de 1800 horas e quase três anos na arte, tenho ânsia de conhecer e pisar terras até então inacessíveis para mim. Dá até pra se ter a sensação do que sentiram Colombo e Cabral!
Não vamos dizer que as praias, ilhas, canais e outros acidentes geográficos riograndinos sejam os mais belos. Já me manifestei assim antes e fui criticado, pois outros portos da Lagoa dos Patos são muito mais bonitos. Não tenho como comparar por não conhecer além de São Lourenço do Sul e Jaguarão. Entretanto, temos aqui muitas alternativas para lindos passeios. Há ainda um fator limitador dessas alternativas, que é a baixa profundidade de muitas localidades e praias. Assim sendo, há que se entender que os barcos de maior calado têm mais restrições de se aproximarem de praias interessantes. Como o Macanudo é um Micro Racer 19, com leme e bolina retrátil, costumo navegar até em sangas!
É o caso do pequeno arroio, na foto em baixo: apesar da maré estar muito baixa, pude fundear a uns 300 metros da costa. Pelo reflexo do céu, nota-se que não há corrente de água, devido ao assoreamento e à falta de chuva.
Foz de arroinho, no Passinho, São José do Norte, RS
Sol intenso a pino
A localidade do Passinho, está localizada ao Sul da Capivaras.
O arroinho tem como coordenadas:
S-31°53'33,9" W-052°02'49,1"
Está daqui de Rio Grande, próximo a três horas de viajem.
Aos olhos de muitos, pode parecer um lugar comum e/ou inexpressivo. Há que se ter em conta que temos companheiros e leitores conhecedores de lugares fantásticos, no Estado, no País e no Mundo. Também há que se entender que sou um senhor na senilidade, simplório e como criança, fica embevecido diante do lugar, ato ou objeto por mais singelo que seja.
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