segunda-feira, 27 de maio de 2013

EU E MARLEY II

                                    EU E MARLEY II

 Está difícil de cumprir com a promessa de nova postagem sobre as peripécias do Marley, principalmente de fotos dele a bordo, porque à razão em que ele cresceu foram aparecendo dificuldades de navegar com ele. Por outro lado, tem amigos que gostariam de seguir sua evolução.                                                                                                                                                                                                                                                                        A princípio o Marley não é um cão peralta. Considero seu temperamento ações e reações  normais em um cachorro de 8 meses.Temos que ter paciência com algumas coisas que ele faz. Por exemplo: quando temos que deixá-lo  sozinho em casa, fica em parte do terreno dos fundos, onde temos alguns arbustos.

    
 


Ao fundo maracujazeiro. O Marley roeu os troncos junto ao chão.
 
Um dia ao chegarmos, encontrei espalhados pelo pátio os galhos do maracujazeiro, cortados rentes ao pé! Fazer o quê? Briguei, xinguei mas não bati. Bater em quem fez alguma arte, criança ou animal, não é corrigir e sim ir à forra, cobrar o preço do dano.
Ele ficou muito chateado, baixando a cabeça e rastejando como pedindo desculpas mesmo que transparecesse que não tinha o menor conhecimento do que se tratava. Bastou-me essa atitude. Ele estava arrependido, mesmo sem saber porque!
     Depois, noutro dia, liquidou com um pé de Jiboia Gigante que se vê na foto, atrás do maracujazeiro, no canto. Mesma ação e mesma reação.
     Mas como disse, é um cão normal. Vejam outro exemplo, agora positivo: Temos o hábito de enquanto tomo café, de dar-lhe pão, bolacha ou o que estiver comendo. Não precisa mais se recomendar para que saia para fora de casa para comer. O incrível é que quando esquecemos de abrir a porta, ele volta e fica quieto, olhando-nos com o pão dentro da boca, sem mastigar.
     A última vez que velejei com Marley, ao desembarcar do Macanudo, coloquei uma tábua, da proa ao trapiche, de uns 120 cm, para que ele descesse. Quando chegou ao meio, a tábua se inclinou e o Marley se foi à água. Como eu estava segurando-o pela guia, consegui, depois de muito esforço, agarrando-o pelas patas dianteiras, içá-lo para o trapiche.
     Isto aconteceu há uns dois meses atrás. Ele estaria com uns 30 quilos. Atualmente, está com uns 40 quilos e nesse caso, se cair n'água, acredito que seria quase impossível de erguê-lo para bordo.
      Vivo um momento de incerteza. Queria tanto um cão para me fazer companhia nas minhas velejadas até que minha esposa me presenteou com o Marley. Até à queda da prancha de madeira, estava tudo indo muito bem. A partir daí, sempre que velejo, ele fica em casa, nos fundos. Ainda bem que ele tem a companhia de uma cachorrinha de 13 anos de idade a qual ele não dá sossego.
      Mesmo que tenha fugido um pouco dos propósitos do nosso blog, afim de cumprir com a expectativa de amigos que gostaria de rever algo sobre o Marley, penso que valeu a pena.
     Diante do cumprimento do dever de informar estou me transformando num escritor de livre e espontânea vontade dos nossos visitantes do blog.
     Sou homem pouco letrado e escrevo por força de vontade. Portanto, quando depararem com erros de ortografia sintaxe e outras "cositas más", não reparem...
 

Marley com 1 mês e poucos dias de vida

                                     

                          Minha esposa Adriana em mimos com Marley                                      
                                                                                                                                                                                                                  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário